Catarinense conquista prata em Tóquio e quebra jejum de 13 anos

País teve um representante de Blumenau competindo na marcha atlética nesta quinta-feira

O catarinense Pedro Barros conquistou a medalha de prata no skate park na Olimpíada de Tóquio, no início da madrugada desta quinta-feira, 5, no Parque de Esportes Urbanos de Ariake. Com a medalha de Pedro, Santa Catarina volta a ter um medalhista olímpico depois de 13 anos. Matheus Corrêa, blumenauense que competiu na macha atlética na manhã desta quinta-feira, ficou em 46º lugar.

O skatista, nascido em Florianópolis, garantiu a segunda posição da prova com a nota de 86,14 pontos, que alcançou logo em sua primeira tentativa. Nas outras duas ele fez 73,5 e 22,99.

A última medalhista catarinense era a atleta da seleção feminina de futebol Maycon, nascida em Lages, que conquistou a prata em Pequim, em 2008. Além disso, ela também tem a medalha de prata dos jogos de Atenas, em 2004.

Catarinenses medalhistas olímpicos

Outros quatro catarinenses também conquistaram medalhas em jogos olímpicos: Fernando Scherer, o Xuxa, conquistou o bronze na natação em Sidney 2000 e Atlanta 1996; Tonho Gil conquistou a prata no futebol em Los Angeles 1984; Valdo também alcançou a prata no futebol, mas em Seul 1988; e Ana Moser que ficou com o bronze no vôlei em Atlanta 1996.

Skate Park Tóquio 2020

A medalha dourada ficou com o australiano Keegan Palmer, que obteve a nota de 95,83 em sua última oportunidade. Com 84,13, o americano Cory Juneau faturou o bronze e fechou o pódio.

Além de Pedro Barros, o Brasil foi representado na grande decisão por Luiz Francisco, que terminou em quarto com 83,14 pontos, e por Pedro Quintas, o oitavo com 38,47.

Blumenauense na marcha atlética

Outro morador de SC que competiu na manhã desta quinta-feira, representando o Brasil, foi Matheus Corrêa. O blumenauense competiu na marcha atlética, terminando o trajeto de 20 quilômetros em 1h31m47s. Matheus acabou ficando em 46º lugar.

Matheus é o atleta mais jovem de Blumenau na competição. Foto: Divulgação/CBAT

Na modalidade, a principal esperança do país era com Caio Bonfim. Ele ficou em quarto lugar nas Olimpíadas do Rio, em 2016, mas também não alcançou a medalha nesta edição dos jogos, terminando a prova na 13ª posição.

O terceiro brasileiro na disputa foi Lucas Mazzo, que abandonou a prova logo depois dos 13 quilômetros.


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