Como empresas de Blumenau driblam os gargalos da BR-470 enquanto cobram soluções do poder público

Rodovia é uma das principais do Brasil, responsável pelo escoamento da produção da indústria catarinense, além de atravessar quatro regiões do estado que, juntas, somam um PIB de R$ 189,5 bilhões

Por: Eliz Haacke e Marlos Glatz

Uma das rodovias mais importantes do país, responsável pelo escoamento da produção da indústria catarinense, tem sua história marcada por obras atrasadas, falta de duplicação, congestionamentos e tragédias que já ceifaram dezenas de vidas. A BR-470 é muito mais do que uma rodovia, é o principal caminho para o crescimento da indústria do Vale Europeu.

As primeiras obras de duplicação da rodovia foram anunciadas em 2013. Quase 12 anos depois, a BR-470 tem apenas 62 quilômetros duplicados, do total de 349 km de extensão apenas no território catarinense.

A BR-470 corta Santa Catarina, passando por quatro regiões que representam 40% da economia do estado, cujo PIB somado é de R$ 189,5 bilhões. Justas, as regiões do Vale do Itajaí, Alto Vale, Serra e Meio Oeste contam com 100,5 mil estabelecimentos que dependem direta ou indiretamente da rodovia e ainda são responsáveis por 921,1 mil empregos formais, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Ministério do Trabalho e Emprego.

Além disso, diariamente caminhões carregados com produtos produzidos em solo catarinense precisam cruzar a rodovia para chegar aos portos de Navegantes e Itajaí. Diversos setores dependem dessa estrada para escoar seus produtos para o Brasil e para o mundo, como o têxtil, agro, metalmecânica, madeireiras, entre tantas outras.

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