Covid-19: profissionais da educação passam a fazer parte do grupo prioritário para vacinação

Ministério da Saúde enviou nova lista de prioridades ao Supremo Tribunal Federal, com a inclusão destes profissionais

Covid-19: profissionais da educação passam a fazer parte do grupo prioritário para vacinação

Ministério da Saúde enviou nova lista de prioridades ao Supremo Tribunal Federal, com a inclusão destes profissionais

Redação

Os profissionais da educação passaram a fazer parte do grupo prioritário para vacinação contra Covid-19. A nova lista de prioridades do Ministério da Saúde foi enviada ao Supremo Tribunal Federal. Um ofício enviado à Casa Civil pelo Ministro da Educação, Milton Ribeiro, dá ênfase no 1º e 2º ano do ensino fundamental.

No documento, o ministro informou que com a interrupção do ensino presencial, foram adotadas estratégias de ensino remoto e os seus impactos para o desenvolvimento intelectual, social e emocional dos estudantes, dos educadores, servidores administrativos e das famílias. Ele ressaltou a importância da comunidade escolar na implementação da estratégia nacional de imunização.

A inclusão foi celebrada pelo ministro em sua conta no Twitter.

Ainda de acordo com o documento, “assim, considerando a relevância da retomada das aulas presenciais, com vistas à oferta do ensino de qualidade e ao ambiente de aprendizagem seguro, ressalta-se a importância da inclusão da comunidade escolar, compreendida por estudantes, profissionais da educação e colaboradores nos grupos prioritários para a vacinação contra o novo coronavírus”.

O Ministério da Educação reconhece que mesmo com o cumprimento de protocolos rígidos de biossegurança, “o retorno das atividades presenciais representa um potencial risco de disseminação do novo coronavírus” e pede “a inclusão da comunidade escolar, compreendida por estudantes, profissionais da educação e colaboradores nos grupos prioritários”.

A atual lista de prioridades à vacinação contempla, nesta ordem: profissionais de saúde; pessoas que estão em instituições e/ou asilos; idosos (a partir de 60 anos); povos ribeirinhos; indígenas; pessoas com comorbidades (diabetes, doenças cardiovasculares, pulmonares); pessoas com deficiência permanente; pessoas em situação de rua; presos; trabalhadores de serviços essenciais (funcionários do sistema prisional, trabalhadores da educação, forças de segurança e forças armadas, transporte, industriais, portuários).


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