GALERIA – Saiba como está o andamento da obra da Prainha e a previsão de inauguração, em Blumenau

Estrutura sofreu diversos impactos nos últimos anos como enchentes e até rescisão contratual

A obra da Prainha em Blumenau está na reta final dos trabalhos. A revitalização foi iniciada em 2020 e já foi palco de diversos problemas, como disputa judicial, fortes chuvas e impasse financeiro.

De acordo com a Secretaria de Obras de Blumenau, cerca de 85% do cronograma físico está executado. Segundo informações da pasta, o que falta ser executado é o acesso, a conclusão dos banheiros, além de acabamentos no entorno do píer, do espelho d’água e de algumas instalações.

A prefeitura acredita que a obra seja entregue no final do primeiro semestre de 2025, caso não ocorra nenhum período de chuvas frequentes nesse intervalo de tempo.

Confira como está a obra da Prainha

Obra da Prainha

A obra sofreu diversos impactos nos últimos anos. Em 2022, a revitalização da Prainha passou por uma rescisão contratual e somente em março de 2023 a obra foi retomada. Além disso, as fortes chuvas e enchentes de 2023 também paralisaram os trabalhos, somadas às adequações no projeto e aprovação de aditivo.

Conforme publicado em novembro de 2024 pelo jornal O Município Blumenau, a obra da Prainha de Blumenau ficou 34% mais cara após a assinatura de um termo aditivo ao contrato. No lançamento do edital, ocorrido em 2021, o preço original era de R$ 4.309.797,62. Em 2023, a construtora Stein assumiu a obra depois da rescisão de contrato da Obramaster, que havia entregado 32% da obra, restando ainda R$ 3,3 milhões para a conclusão dos serviços.

Com o aditivo de R$ 1.876.651,11 e uma supressão de R$ 389.185,78, o custo total da obra em novembro era de R$ 5.797.262,95. Destes recursos, parte será custeada por um convênio e parte com recursos próprios do município.

No entanto, a pasta diz que a obra poderá ter novos aditivos. “Haverá novos aditivos no contrato até por uma questão do reequilíbrio na parte de custo, tendo em vista que o orçamento do projeto inicial estava defasado, havendo assim a necessidade de uma equiparação dos valores de acordo com o valor de mercado atual. Porém, somente ao término da obra será possível mensurar o custo final com a revitalização”, informou a Secretaria de Obras.

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