Justiça concede liberdade a motorista que capotou carro na região da Mafisa

Alisson Siebert Pereira foi reprovado no teste de bafômetro, após se envolver em acidente que matou jovem

Justiça concede liberdade a motorista que capotou carro na região da Mafisa

Alisson Siebert Pereira foi reprovado no teste de bafômetro, após se envolver em acidente que matou jovem

Bianca Bertoli

O motorista de 20 anos que se envolveu em um acidente em que uma pessoa morreu, na madrugada de sexta-feira, 7, vai responder ao processo em liberdade. Alisson Siebert Pereira capotou o Renault Clio na Dr. Pedro Zimmermann, na região da Mafisa. Ele estava embriagado e por isso havia sido preso em flagrante.

Os guardas de trânsito realizaram o teste do bafômetro no condutor, que acusou 0,42 miligramas de álcool por litro (a parir de 0,34 é considerado crime de trânsito). Nilson Antônio do Couto Júnior, de 19 anos, morreu no acidente.

Uma jovem de 18 anos ficou gravemente ferida. Outros dois jovens, de 18 e 17 anos, tiveram ferimentos leves. Os nomes dos demais sobreviventes não foram divulgados.

Neste sábado, na audiência de custódia, o juiz Sandro Pierri estipulou fiança de R$ 10 mil e ordenou medidas cautelares a Pereira, como a suspensão do direito de dirigir, permanecer no domicílio em horários de folga e durante a noite. Ele também não pode se ausentar da comarca por mais de 30 dias sem comunicar o juízo.

Pierri justificou a decisão:

“O indiciado é primário. Logo, não há indícios de que irá cometer crimes se for solto. Ademais, os fatos que lhe são por ora atribuídos não causaram clamor na sociedade, não justificando, também por isso, a manutenção da prisão para a garantia da ordem social ou da credibilidade da Justiça. Além do mais, não há indícios nos autos que permitam concluir que ele fará desaparecer os elementos probatórios, aliciará vítimas e testemunhas ou praticará qualquer conduta de obstrução da prova a ser futuramente produzida, mesmo porque, se o fizer, terá o benefício que agora se aprecia revogado. Registro, de resto, que o indiciado, conforme seu interrogatório, possui residência fixa na região, o que demonstra também a desnecessidade da prisão cautelar para a garantia da aplicação da lei penal.

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