Veja com foi a sessão da Câmara de Vereadores que discutiu diversidade de gênero

Manifestantes pró e contra prometem ocupar o plenário da Casa, que aprovou moção de repúdio contra evento escolar

Veja com foi a sessão da Câmara de Vereadores que discutiu diversidade de gênero

Manifestantes pró e contra prometem ocupar o plenário da Casa, que aprovou moção de repúdio contra evento escolar

Redação

A sessão desta quinta-feira da Câmara de Vereadores terá a presença de manifestantes pró e contra a diversidade de gênero. Ambos são uma resposta à decisão da Câmara de Vereadores, que aprovou moção de repúdio a um evento que será realizado na Escola Estadual Professora Elza Pacheco no dia 14 de novembro. Nele, serão ministradas palestras sobre diversidade de gênero.

O Município Blumenau fará cobertura ao vivo das discussões a partir das 13h30min. Será possível acompanhar os trabalhos via transmissão online de vídeo e ainda uma descrição em tempo real dos bastidores, com textos e fotos. Os trabalhos no Legislativo começam às 14h.

Protestos

O movimento que apoia a decisão do parlamento se chama Blumenau pela Família, e terá início às 14h, na Câmara de Vereadores. Marcelo Mette, que participará do ato, diz que para tudo há espaço e local adequado.

“A escola não é espaço de doutrinar crianças com baboseiras, dando liberdade sexual, as expondo a situações muito explícitas até mesmo para adultos. Estão utilizando uma doutrinação para destruir a família”, diz.

A manifestação contrária, que levanta a bandeira Vamos Falar de Gênero, Sim, será a partir das 13h30, no mesmo local. A advogada Rosane Magali Martins é uma das organizadoras. Cita o recente caso de Roseli Costa, que morreu depois de ter o corpo incendiado pelo marido.

“Isso também é discussão de gênero nas escolas. Nós não somos contra a família, somos contra a família violenta, a família que põe o filho na rua, que queima a mãe”, indigna-se.

Evento mantido

Os organizadores já informaram que o evento está mantido e criticaram o que consideram uma “decisão política, e não pedagógica”. Segundo eles, os próprios alunos participaram da escolha dos assuntos.

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