Pais e professores da Escola Tiradentes pedem a não extinção da unidade

Um grupo se dirigiu ao gabinete do prefeito para manifestação

Pais e professores da Escola Tiradentes pedem a não extinção da unidade

Um grupo se dirigiu ao gabinete do prefeito para manifestação

Julia Schaefer

Um grupo de pais, além de professora da Escola Básica Municipal Tiradentes fizeram uma manifestação no gabinete do prefeito nesta tarde. Eles pedem a não extinção da escola, que será desligada para a instalação do Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires de Blumenau. O prefeito estava em agenda externa, mas representantes do poder público atenderam aos manifestantes.

A escola argumenta que atende uma comunidade vulnerável, a qual já passou por mudanças, e que desenvolve, ao longo de seus 56 anos, projetos voltados para a comunidade da rua Predro Krauss Sênior.

“Nós superamos muitos problemas e temos inúmeras proposições para comprovar que a escola atende uma comunidade peculiar. A Tiradentes é como uma família”, afirma Anne Neves, professora.

Os pais e professores alegam que continuarão se manifestando porque não querem que a escola Tiradentes feche. A escola enviou uma moção ao Ministério Público, além de ter encaminhado documentos à Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

“Quando eu tinha sete anos, fiz o primeiro ano na escola Tiradentes”, afirma Teresinha da Silva, de 55 anos. Até então as suas netas estudavam na escola. “Como é que vai acabar assim?”, pergunta.

A Secretaria de Educação realizou uma reunião com os pais e professores da escola Tiradentes na última semana. Na ocasião, o vice-prefeito Mário Hildebrandt assegurou que os direitos dos alunos serão prioridade, e que os pais poderão escolher qual a melhor escola para os filhos estudarem. Além disso, um ônibus também será disponibilizado para levar os alunos à escola.

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