Polícia Federal faz operação contra extração irregular de palmito em Guabiruba

Suspeitos são integrantes de uma mesma família

Polícia Federal faz operação contra extração irregular de palmito em Guabiruba

Suspeitos são integrantes de uma mesma família

A Polícia Federal (PF) cumpriu oito mandados de busca e apreensão em imóveis no bairro Lageado Baixo nesta terça-feira, 13. A PF investiga uma família suspeita de praticar a extração irregular de palmito no Parque Nacional da Serra do Itajaí, área sob proteção da União. Os nomes dos envolvidos não foram revelados.

De acordo com o delegado Maurício Todeschini, responsável pela operação, foram apreendidos diversos produtos. Os policiais encontraram nas casas dos suspeitos vidros, caixas e embalagens com palmito ilegal. Ninguém foi preso, tampouco carros foram levados.

Segundo o delegado da PF, são sete pessoas investigadas pela prática do crime ambiental. “Três dos alvos de hoje [terça] foram presos em flagrante em janeiro, foram cumpridas buscas nas casas deles e de outros. São todos parentes, é um grupo familiar”, esclarece.

“Foram coisas relacionadas a palmito, é o que estávamos procurando, evidências que estavam fazendo em casa. Comprovou mesmo que estavam”, afirma Todeschini.

Investigação
A Delegacia da Polícia Federal de Itajaí começou a investigar a família moradora de Guabiruba em janeiro deste ano. Na oportunidade, três membros do grupo foram presos por extração irregular do vegetal.

Eles ficaram presos por tempos diferentes. “Dois foram soltos na última sexta-feira [9 de março]”, afirma o delegado federal. Os outros quatro alvos também já eram processados por crime ambiental, ou seja, todos os sete tinham passagens policiais pelo mesmo motivo.

Mesmo com os parentes presos e respondendo processos judiciais, eles continuavam com a extração ilegal do alimento no Parque Nacional da Serra do Itajaí, segundo Todeschini.

A Polícia Federal aproveitou e pediu busca e apreensão nas residências de todos os sete suspeitos. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal de Blumenau. O delegado prefere não comentar sobre os próximos passos da investigação para não prejudicá-la.

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