Prefeitura reforça atendimentos nos Ambulatórios Gerais para suprir demanda

De acordo com a Secretaria de Saúde, AGs estão preparados para receber pacientes ambulatoriais que não encontrarem atendimento em hospitais

Prefeitura reforça atendimentos nos Ambulatórios Gerais para suprir demanda

De acordo com a Secretaria de Saúde, AGs estão preparados para receber pacientes ambulatoriais que não encontrarem atendimento em hospitais

Redação

Após o anúncio da superlotação no pronto-socorro do Hospital Santo Antônio, a prefeitura de Blumenau se pronunciou destacando que os Ambulatórios Gerais já haviam sido mobilizados para absorver a grande demanda.

De acordo com a Secretaria de Promoção da Saúde (Semus), o aumento no fluxo de pacientes é perceptível, especialmente em casos de urgência e emergência, que dependem do pronto-socorro.

Entretanto, a população em geral pode buscar atendimento em um dos sete ambulatórios gerais da cidade. Três deles estão abertos até as 21h e outros quatro atendem até a meia noite. Segundo a secretaria, eles estão preparados para receber pacientes de casos ambulatoriais.

O serviço atende pacientes com sintomas que não sejam de urgência e emergência, como dores em geral, vômito, diarréia, febre, sintomas de resfriado.

Situação no HSA

Apesar de o problema no Hospital Santo Antônio não ser de caráter financeiro, e sim de não possuir estrutura suficiente para atender às demandas da população, a prefeitura reiterou que presta apoio à instituição.

De acordo com a Semus, são cerca de  R$ 650 mil de subvenção repassados mensalmente à entidade. Um aporte de R$ 1 milhão também foi feito em fevereiro, por meio de emenda parlamentar destinada à saúde do município.

A prefeitura também reforça que o HSA é uma entidade privada filantrópica, que não é de responsabilidade do município, porém recebe o auxílio por conta da importância para o município e para a população.

Para o hospital, a situação da cidade poderia ser resolvida com a instalação de Unidades de Pronto-Atendimento públicas em Blumenau, as chamadas UPAs. Para a direção da instituição, a busca das pessoas pelo pronto socorro quando não há necessidade causa a superlotação que impede novos atendimentos nesta semana.

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