No dia 7 de setembro, o PSL de Blumenau confirmou o deputado estadual Ricardo Alba como candidato a prefeito anunciando também o Partido Trabalhista Brasileiro como membro da coligação “Blumenau Firme e Forte” para as eleições de 2020.

Na época, o presidente do PTB em Blumenau era Edinelson Miranda que, segundo ele, nunca teve qualquer conversa para apoiar outro candidato senão o do PSL blumenauense. A convenção do PTB foi realizada conjuntamente, no dia 7, com todos os demais partidos que integram a coligação de Alba.

Mas no dia 15 de setembro a executiva estadual, por ordem da executiva nacional comandada por Roberto Jefferson, destituiu Edinelson da presidência e empossou Everson de Oliveira, que acabou realizando outra convenção, de forma online, e mudando a decisão anterior, passando a apoiar o candidato Jairo Santos, do PRTB.

Agora a coligação de Ricardo Alba (PSL), através do escritório do advogado Paulo Henrique Alves de Carvalho Junior, entrou com pedido de impugnação dessa convenção do dia 16 por entenderem que Edinelson e Everson ficaram na presidência do PTB de Blumenau conjuntamente entre os dias 6 e 15 de setembro.

O advogado alega também que a convenção realizada no dia 16 “foi totalmente irregular, realizada em total desrespeito às normas legais e, principalmente, desrespeito do estatuto do partido”.

A petição de 18 páginas agora terá que ser analisada pela Justiça Eleitoral, que dirá para quem o disputado PTB de Blumenau entregará o seu tempo de rádio e TV e o fundo eleitoral nessas eleições municipais.

Segundo representante da coligação que o PTB integra hoje, só haverá uma manifestação depois que o partido for intimado, pois nesse momento eles entendem que esse documento é apenas uma petição sem a manifestação do judiciário.

Uma eleição municipal com 12 candidatos, como a de Blumenau, deve gerar muita disputa e muita acusação e quem perder muito tempo com processos jurídicos, pode esquecer o principal, que é convencer o eleitor.


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