Com o passar dos dias as coisas começam a se ajeitar na política em Blumenau. Os vereadores têm que definir seus rumos até o dia 3 de abril, quando se encerra a janela eleitoral, período em que eles podem trocar de partido sem perder o mandato.

Como candidato a prefeito temos confirmado apenas o atual, Mário Hildebrandt (Podemos). Há aqueles que se dizem candidatos, como o ex-prefeito João Paulo Kleinubing (DEM), o deputado estadual Ricardo Alba (PSL), a ex-deputada estadual Ana Paula Lima (PT) e o radialista Arnaldo Zimmermann (PSB).

Temos aqueles que querem ser, mas que dependem de que haja uma composição mais elaborada para que tenham êxito, como os casos de João Natel (PDT), Mário Kato (PCdoB) e Geórgia Faust (PSOL), partidos estes que integram o Fórum de Partidos de Esquerda (PT, PCdoB, PSOL, PCB, PCO e PDT) que tem como nome mais conhecido a pré-candidata petista Ana Paula Lima. Nos últimos dias surge também o empresário Ericsson Luef, que no sábado, 14, saiu brigado do Republicanos e agora corre atrás de um novo partido para colocar em prática seu planejamento pessoal.

Temos Ivan Naatz (PL), que diz que não quer ser candidato de jeito nenhum, mas não terá escolha. Segundo a direção estadual do partido, eles não podem fortalecer siglas como o Podemos, de Mário Hildebrandt, o DEM de João Paulo e muito menos o PSL de Ricardo Alba. Estes partidos certamente serão adversários do senador Jorginho Mello (PL) nas eleições para o governo do estado em 2022.

Se aliar a alguns destes candidatos é perder a chance de discutir a cidade e de apresentar as idéias do PL para as próximas eleições. Se Naatz foi candidato em partidos pequenos como PV e PDT, imagino que agora no PL, sendo deputado estadual, líder da bancada e ancorado por Jorginho Mello, não possa sequer escolher se vai ou não.

Naatz é nome certo, mas a concorrência vai ser boa e nada fácil, principalmente se João Paulo Kleinubing chegar no próximo dia 4 e confirmar aquilo que todo mundo já fala por toda Santa Catarina.

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