Servidores avaliam em assembleia proposta de reajuste salarial da prefeitura

Se não aceitarem a oferta do governo municipal, o movimento continua

Servidores avaliam em assembleia proposta de reajuste salarial da prefeitura

Se não aceitarem a oferta do governo municipal, o movimento continua

Bianca Bertoli

Nesta quinta-feira, 23, uma assembleia dos servidores de Blumenau definirá se eles aceitam ou não a proposta de reposição salarial feita pela prefeitura. A data-base da convenção coletiva é o mês de maio.

Isso significa que se os funcionários não aceitarem a oferta do governo municipal, o movimento continua. Nesse caso, os presentes terão de decidir sobre a retomada da mesa de negociação, sobre um possível estado de greve ou paralisações parciais.

“Os servidores estão muito revoltados. O governo não cumpriu a tarefa de casa. Está dizendo que não tem dinheiro para pagar, mas quando a gente analisa as contas do Tribunal de Contas do Estado e as informações que apresenta, dá pra entender que há uma falta de compromisso com o servidor público”, criticou o coordenador do Sindicato Único dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Blumenau (Sintraseb), Sérgio Maurici Bernardo.

Entre os 28 pontos de reivindicação está o pedido de reposição integral da inflação dos últimos 12 meses na folha deste mês (5,07%). A prefeitura propõe fazer a reposição em janeiro de 2020.

Bernardo defende que os gastos proporcionais com folha de pagamento reduziram em comparação ao ano passado. Para ele, a falta de verba seria causada por falta de organização, e não por falta de dinheiro.

A reunião ocorre a partir das 15h30, na Praça Victor Konder, em frente à prefeitura. Essa é a segunda assembleia da categoria neste ano. A primeira, ocorrida em março, foi feita para aprovação da pauta de reivindicação.

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