Trio é condenado a mais de 120 anos de prisão após noite de roubos em Blumenau

Eles assaltaram um quiosque de lanches às margens da BR-470

Trio é condenado a mais de 120 anos de prisão após noite de roubos em Blumenau

Eles assaltaram um quiosque de lanches às margens da BR-470

Redação

Três homens foram condenados a penas que, somadas, chegam a mais de 120 anos de prisão nesta semana na comarca de Blumenau. Em uma noite de novembro de 2018 eles assaltaram um quiosque de lanches às margens da BR-470, no bairro Itoupava Central.

Com uma arma em mãos, um dos assaltantes ameaçou a proprietária do estabelecimento e levou os R$ 90 que estavam no caixa. Além disso, ameaçaram os clientes do local, levaram pertences e um veículo, usado durante a fuga.

Depois de abandonar o veículo roubado no bairro Itoupavazinha, dois deles ficaram no interior do carro utilizado durante o assalto e o terceiro furtou uma caminhonete. Durante a fuga, o veículo furtado caiu num ribeirão, em meio à mata.

Após o acidente, o motorista foi levado ao hospital. Já os outros dois homens, que aguardavam do lado de fora da unidade de saúde, foram abordados pela polícia militar. No carro foram localizados o documento e a chave do veículo roubado horas antes, a chave de um outro carro, três celulares e R$ 240 em espécie.

Em um dos celulares que estavam em posse dos réus, os policiais encontraram diversas fotografias tiradas no mesmo dia, nas quais os homens aparecem dentro do veículo usado durante o assalto, além de imagens segurando uma arma de fogo e um dos relógios roubados. Dois dos supostos assaltantes foram reconhecidos, em fotografias, por duas vítimas na delegacia de polícia.

Os homens foram condenados a prisão por associação criminosa, roubos e furto qualificado, e um deles por disparo de arma de fogo em via pública (atitude filmada no celular de um dos réus), pelo juízo da 2ª Vara Criminal da comarca de Blumenau. A maior pena alcançou 45 anos, três meses e 20 dias de reclusão. O trio, capturado pela PM em novembro de 2018, permanecerá preso por decisão da Justiça. Cabe recurso ao Tribunal de Justiça

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