VÍDEO – Os mistérios e as lendas do primeiro cemitério polonês no interior de Santa Catarina

Em certo momento, empresa tentou se instalar no local, mas as máquinas não funcionavam, sem explicação

Em Botuverá, cidade do Vale do Itajaí, que é berço de descendentes da Polônia, um antigo cemitério polonês guarda diversas lendas. Os antepassados se instalaram nas terras que hoje compreendem três bairros do município: Lageado Baixo, Ribeirão do Ouro e Ourinhos.

Assim, um galpão abandonado em que havia um antigo cemitério polonês rodeado de mistérios é um marco da presença polonesa na terra dos italianos. Uma empresa tentou se instalar no local, mas as máquinas não funcionavam, sem explicação.

Assista ao vídeo sobre o cemitério polonês:

Lar polonês

Os primeiros imigrantes poloneses chegaram no Vale do Itajaí em 1869. Com o registro de nascimento de Isabella Kokot nos arquivos da Arquidiocese de Florianópolis, a pesquisadora brusquense Maria do Carmo de Ramos Krieger comprovou que o berço da imigração polonesa no país é em Brusque, e não em Curitiba como se acreditava.

O historiador Paulo Vendelino Kons narra que, conforme consta no “livro de assentamentos de pessoas falecidas da Colônia”, em 11 de outubro de 1870, ocorreu a primeira morte de um polonês em solo brusquense. O menino João Otto, filho de Simon Otto e de Rosália Gabriel, foi enterrado no conhecido “cemitério dos polacos”.

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