Chacina em SC: laudo preliminar do crime é divulgado pelo IML

Desentendimento entre uma das vítimas e uma mulher pode ter sido motivação para o crime

Chacina em SC: laudo preliminar do crime é divulgado pelo IML

Desentendimento entre uma das vítimas e uma mulher pode ter sido motivação para o crime

Yasmim Eble

As vítimas da chacina no Morro do Meio, em Joinville, podem ter sido mortas a tiros antes do carro ser incendiado, segundo informações preliminares dos laudos periciais do Instituto Médico Legal (IML). Os laudos ainda estão sendo elaborados, sem uma data para finalização.

Eliéser Bertinotti, delegado responsável pelo caso, relata que cinco vítimas foram atingidas por tiros na cabeça e uma teve um corte profundo no pescoço. “Como os corpos foram carbonizados e os laudos estão sendo elaborados, as informações são preliminares. Mas acredita-se que eles morreram antes do veículo ser incendiado”, conta.

Três pessoas conseguiram fugir dos suspeitos, porém sofreram agressões físicas. Um outro homem que morava com as vítimas segue desaparecido. “Estamos realizando as investigações por etapas e realizando buscas para localizar o desaparecido. Os laudos precisam ser analisados de forma minuciosa”, explica.

Discussão com suspeitos

O delegado Eliéser relatou que um desentendimento pode ter gerado o crime. “Há suspeita de que uma das vítimas se desentendeu com uma mulher, o que gerou a retaliação”, conta.

Até o momento, as investigações apontam que, pelo menos, quatro pessoas participaram da execução. Dois homens, de 22 e 30 anos, foram presos na manhã desta quinta-feira, 19. Os outros suspeitos seguem foragidos.

Primeira vítima identificada

Rivair Amaral Ribeiro, natural de União da Vitória (PR), é o primeiro identificado dos seis mortos no crime.

Segundo a funerária responsável pelo sepultamento, o corpo de Rivair foi levado para a cidade paranaense onde ele será enterrado.

Relembre o caso

Ao menos seis corpos carbonizados foram encontrados em um carro no dia 8 de janeiro. As vítimas trabalhavam na mesma empresa e moravam juntas.

A casa onde residiam também foi incendiada. Todos seriam naturais do Paraná e estariam morando de aluguel no local pois estavam trabalhando na cidade.

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