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Egídio Ferrari é destituído da DIC de Blumenau e alega perseguição; delegado regional nega

Desentendimentos teriam começado por conta da atuação em resgate de animais vítimas de maus tratos

O delegado Egidio Ferrari não será mais coordenador da Divisão de Investigação Criminal (DIC) a partir desta segunda-feira, 8. Segundo ele, a vontade do delegado regional, Rodrigo Marchetti, é de que Ferrari passe a atuar em outra cidade.

A motivação, de acordo com o delegado, seriam os resgates a animais que ele vêm realizando nas últimas semanas. Ferrari é o representante do projeto da Polícia Civil “Cadeia para Maus Tratos” em Santa Catarina.

“Estou sofrendo perseguição. Acredito que seja inveja pela repercussão. Eu não quero sair da cidade que eu nasci, me criei e dediquei tantos anos ao trabalho público”, desabafou o delegado que completou uma década no cargo em janeiro deste ano.

Em resposta à reportagem, Marchetti considerou a hipótese de perseguição uma “barbaridade”. Segundo ele, mudanças de cargo fazem parte de uma nova gestão. O problema com o projeto seria na forma de atuação.

“A polícia trabalha com hierarquia e disciplina. A intenção da questão dos animais é ótima, porém, está sendo colocada em prática de forma equivocada e tem que ser ajustada. A forma como será feita tem que ser definida pela instituição”, explicou o delegado regional.

Marchetti voltou a comandar a Delegacia Regional de Blumenau após quase dois anos. Durante o período, ele focou em sua carreira política enquanto atuava em Pomerode. Antes disso, ele esteve à frente do órgão por mais de onze anos.

Neste meio tempo, um dos delegados regionais da cidade foi Egídio Ferrari. Porém, após um ano, ele optou por voltar para DIC e deu a vez para o delegado Isomar Amorin, que voltou a assumir a 1ª Delegacia de Polícia.

Novas informações sobre os ajustes serão divulgadas na segunda-feira.


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