Ex-funcionários da Verde Vale recebem indenizações por pagamentos errados de salário e FGTS

Valor total é de quase R$ 800 mil e são referentes a dois processos impetrados pelo Sindetranscol

Ex-funcionários da empresa Verde Vale, que fazia parte do Consórcio Siga em Blumenau, foram informados no sábado, 24, sobre a vitória em dois processos impetrados pelo Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo de Blumenau (Sindetranscol). Neles, 178 trabalhadores receberam um total de R$ 797 mil.

A informação foi divulgada pelo próprio sindicato, que reuniu os ex-funcionários para informar da decisão da Justiça do Trabalho. Eles também fizeram o repasse dos cheques para cada um dos trabalhadores que tinha direito aos valores.

“Estas ações não se confundem com as ações individuais de cobrança das verbas rescisórias, ainda não concluídas, mas que estão em fase final”, explicou uma nota divulgada pelo sindicato.

Ainda segundo o Sindetranscol, os dois processos encerrados

Ex-funcionários da empresa Verde Vale, que fazia parte do Consórcio Siga em Blumenau, foram informados no sábado, 24, sobre a vitória em dois processos impetrados pelo Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo de Blumenau (Sindetranscol). Neles, 178 trabalhadores receberam um total de R$ 797 mil.

A informação foi divulgada pelo próprio sindicato, que reuniu os ex-funcionários para informar da decisão da Justiça do Trabalho. Eles também fizeram o repasse dos cheques para cada um dos trabalhadores que tinha direito aos valores.

“Estas ações não se confundem com as ações individuais de cobrança das verbas rescisórias, ainda não concluídas, mas que estão em fase final”, explicou uma nota divulgada pelo sindicato.

Ainda segundo o Sindetranscol, os dois processos encerrados são de pagamentos errados feitos pela empresa em 2015, antes mesmo da quebra do Consórcio Siga. Na primeira ação, a assessoria jurídica do sindicato fez a empresa comprovar o pagamento de FGTS devidos que constavam nas rescisões.

Como resultado constataram que 57 trabalhadores ainda tinham valores a receber. Diante disso, a Justiça do Trabalho condenou a empresa a realizar o pagamento com juros e multa, totalizando R$ 283 mil.

Já o segundo processo se refere a uma cobrança de penalidade por atraso de pagamento, que estava prevista em Convenção Coletiva de Trabalho da categoria.

“No mês de dezembro de 2015, um mês antes da quebra do Consórcio Siga, a grande maioria dos trabalhadores não recebeu o salário integral do mês, ficando algum valor a receber. A assessoria jurídica do sindicato ingressou com uma ação cobrando a multa diária de 0,5% por dia de atraso, prevista na CCT. Resultado: A empresa foi condenada a pagar a 171 trabalhadores o valor equivalente ao saldo devedor de cada trabalhador(a), acrescido de correção monetária. Valor total de R$ 514 mil”, detalhou o Sindetranscol.

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são de pagamentos errados feitos pela empresa em 2015, antes mesmo da quebra do Consórcio Siga. Na primeira ação, a assessoria jurídica do sindicato fez a empresa comprovar o pagamento de FGTS devidos que constavam nas rescisões.

Como resultado constataram que 57 trabalhadores ainda tinham valorres a receber. Diante disso, a Justiça do Trabalho condenou a empresa a realizar o pagamento com juros e multa, totalizando R$ 283 mil.

Já o segundo processo se refere a uma cobrança de penalidade por atraso de pagamento, que estava prevista em Convenção Coletiva de Trabalho da categoria.

“No mês de dezembro de 2015, um mês antes da quebra do Consórcio Siga, a grande maioria dos trabalhadores não recebeu o salário integral do mês, ficando algum valor a receber. A assessoria jurídica do sindicato ingressou com uma ação cobrando a multa diária de 0,5% por dia de atraso, prevista na CCT. Resultado: A empresa foi condenada a pagar a 171 trabalhadores o valor equivalente ao saldo devedor de cada trabalhador(a), acrescido de correção monetária. Valor total de R$ 514 mil”, detalhou o Sindetranscol.

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