Raul Sartori

Jornalista graduado em Ciências Sociais, atua na imprensa catarinense há cerca de 40 anos - raulsartori@omunicipio.com.br

Criação da Rota Turística do Tiro, que envolve Blumenau, será discutida em audiências públicas na Alesc

Raul Sartori

Jornalista graduado em Ciências Sociais, atua na imprensa catarinense há cerca de 40 anos - raulsartori@omunicipio.com.br

Criação da Rota Turística do Tiro, que envolve Blumenau, será discutida em audiências públicas na Alesc

Raul Sartori

Rota do Tiro
Devem ser agendadas nos próximos dias pela Assembleia Legislativa duas audiências públicas para discutir um projeto do deputado Sargento Lima (PL) que cria a Rota Turística do Tiro, envolvendo Joinville, Araquari, Jaraguá do Sul, Pomerode, Timbó, Blumenau, Rio do Sul, Brusque, São José e Florianópolis com seus clubes. Uma empresa estrangeira do setor bélico está disposta a investir.

Dário no PSB
O senador Dário Berger participou de encontro do PSB, sábado, no plenário da Assembleia Legislativa e, ao discursar, anunciou que vai se transferir para o PSB com a garantia de que será candidato a governador, liderando uma frente de esquerda. Conta com importantes apoios, dentre eles do ex-governador Paulo Afonso Vieira e do ex-deputado federal Mauro Mariani.

Absolvido
O ministro “supremo” Gilmar Mendes votou, sexta-feira, para anular a condenação do ex-senador por Rondônia até 2019, o catarinense Valdir Raupp, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O julgamento ocorre em sessão virtual que segue até o dia 18. Acolheu o argumento de “insuficiência de provas” apresentado pelo estridente advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o famoso Kakay.

Credibilidade da urna
Palavras chaves, estrategicamente postas no texto do discurso de posse, quinta-feira, do desembargador Leopoldo Augusto Brüggemann como novo presidente do Tribunal Regional Eleitoral de SC (TRE-SC), indicaram que seu desafio, tanto quanto a condução das eleições deste ano, é fazer de tudo para manter a credibilidade da urna eletrônica diante dos seguidos ataques de Bolsonaro. Uma frase diz muito: “Sabe-se que o país está dividido e nossa atividade exigirá muita força e habilidade de cada um”.

Escolha difícil
O analista político Ascânio Seleme foi ao ponto sobre levantamento feito pelo jornal “O Estado de S. Paulo” mostrando que 31 cadeiras nos tribunais superiores, sendo duas do STF e quatro no STJ, deverão ser preenchidas pelo presidente que for eleito em outubro. Se Bolsonaro for reeleito, poderá haver uma avalanche de kassios e mendonças. Caso Lula vença, poderemos assistir a um vendaval de toffolis e fachins. Ao assombrado eleitor fica entre tsunamis e o furacões.

Posição ideológica
Finalmente, um levantamento nacional confirma o que deveria interessar e preocupar muitos políticos; 60,4% dos brasileiros não têm posição ideológica definida, enquanto 18,8% se identificam como “de direita”, 9,7% “de esquerda”, 6,2% de centro-direita e 4,9% de centro-esquerda. Os 60,4% apolíticos o que mais querem dos políticos? Honestidade, com toda certeza.

Uma placa
Como consumidor, o responsável por estas linhas foi à ouvidoria da Celesc sugerir que na loja que atende presencialmente seus clientes (e muito bem, por sinal), junto à sede da empresa, em Florianópolis, coloca-se uma placa para melhorar o acesso e sua identificação, já que nada há. A empresa respondeu que já fez duas licitações, mas que não apareceram interessados. Socorro! Ninguém está pedindo uma placa de ouro! Será que a própria empresa não poderia gastar R$ 100 e providenciar uma?

Peneira
Já está disponível para votação no plenário do Legislativo estadual providencial projeto, do deputado Marcius Machado (PL), que veda a nomeação para funções gratificadas de pessoas condenadas, em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado, desde a condenação até o transcurso do prazo de oito anos após o cumprimento da pena, pelos crimes praticados contra a mulher, a criança, o adolescente e o idoso, em todas as suas formas.

Relaxamento
A Advocacia-Geral da União (AGU) confirmou na Justiça que uma empresa de vigilância contratada pelo Instituto Federal de Educação de SC deve ser responsabilizada por falha na prestação de serviços e pelos danos decorrentes do furto de animais no seu campus. O valor atualizado chega R$ 48 mil. A empresa acionou a Justiça para anular a decisão administrativa da escola alegando, entre outros pontos, que a área seria muito extensa para sua vigilância. Pode?


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