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Conheça história e detalhes da arquitetura do Casarão Fiedler de Itoupavazinha

O Casarão Fiedler de Itoupavazinha, tipologia pertencente ao patrimônio histórico arquitetônico cultural de Blumenau e de Santa Catarina, permaneceu por muito tempo em estado de abandono e em franco processo de ruinificação, apesar de ter responsáveis formais e da existência de seu tombamento.

Mesmo nestas condições, até 2021 residia no local a família de Pedro Vieira de Freitas que, na companhia de sua esposa Cenilda e de seus filhos, com a renda que a família possuía, mantiveram o local de maneira razoável e como conseguiam, a partir de suas posses. Conversamos com a família Vieira de Freitas e nos informaram que não conheciam o proprietário do imóvel. Residiam no local deste 2008.

Casarão Fiedler de Itoupavazinha localizado na rodovia Frederico Jensen, antiga estrada que ligava o Vale do Itoupava ao Vale do Testo – conhecida como Estrada da Cachaça, ou como era chamada no final do século XIX e início do século XX: Schnapsstrasse.

Em 23 de janeiro de 2021 ocorreu o desabamento parcial do local e a família continuou residindo na outra parte da casa que permaneceu em pé, independentemente do perigo iminente, a partir da instabilidade de sua estrutura e cobertura.

Segundo nos informaram, vivem na propriedade há mais de 12 anos e praticam as atividades de uma propriedade rural, com plantações e criações de animais – gado, porcos e galinhas. Para completar esta pesquisa, gentilmente a família nos permitiu adentrar os ambientes do Casarão de Itoupavazinha – sua casa, em 2021.

A edificação foi tombada pelo Município de Blumenau em 1° de julho de 2009, por seu valor histórico, cultural e arquitetônico, conforme cópia do Livro Tombo da Municipalidade e está localizada na Rua Frederico Jensen – antiga Estrada da Cachaça – sob o número 3587, bairro Itoupavazinha. Neste tempo a família Vieira de Freitas já residia no local e não foi tomada qualquer providência sob vários aspectos, desde social até patrimonial.

Como mencionado, o  Casarão Fiedler de Itoupavazinha teve seu telhado danificado parcialmente em 23 de janeiro de 2021, amplamente noticiado, diferentemente da ausência de notícias (com exceções) sobre seu estado ruim de conservação, por mais de 30 anos. Pois o vimos pela primeira vez na década de 1990, assim, nesta situação.

Nosso registro em 2018 – telhado já estava comprometido na parte que ruiu.
Nosso registro em 2014. Trânsito “pesado” junto a edificação histórica.
Suporte para propaganda política – poderia ser uma prioridade para os políticos.

Um pouco de História…

A localização do  Casarão Fiedler remonta o período, no qual a Colônia Blumenau apresentava suas regiões – as mais próximas do Stadtplatz – demarcadas em lotes coloniais. Encontramos o lote colonial onde foi construído este casarão histórico em um mapa de 1872, sendo que consta em muitos outros registros, que o mesmo foi construído em 1888 pelo imigrante pomerano August Friedrich Carl Fiedler – vendeiro em Itoupavazinha, local também onde surgiu a sociedade e encontros dançantes na comunidade.

2° bodas de August Fiedler em 1872. O casarão ainda não havia sido construído. Há uma fotografia como esta no interior da igreja luterana de Itoupavazinha, cujo terreno foi uma doado pelo casal. Fotografia do acervo de Ednei Fiedler.

Fiedler nasceu em 6 de outubro de 1838 na cidade pomerana – Coeslin / Pommern – atual cidade polonesa Koszalin e faleceu em 03 de novembro de 1898. Casou-se duas vezes. Migrou casado com Henriette, nascida Teske, com a qual teve três filhos: Ida Fiedler, nascida em 13 de Outubro de 1869, em Coeslin / Pommern – filha de Henriette, nascida Teske; Oscar Friedrich Albert Fiedler, nascido em 5 de abril de 1872 em Itoupavazinha. Ficou viúvo e no mesmo ano que nasceu Oscar Friedrich Albert Fiedler, August Friedrich Carl Fiedler se casou com Emilie Henriette Piske, com qual teve mais 10 filhos: Anna Clara Ottilie Wilhelmine Fiedler, nascida em 9 de abril de 1873 em Itoupavazinha; Richard Wilhelm Rudoph Fiedler, nascido em 16 de maio de 1875 em Itoupavazinha; Hermann Emil Albert Otto Friedrich Fiedler, nascido em 18 de dezembro de 1877 em Itoupavazinha; Carl Friedrich Wilhelm Adolpho Fiedler, nascido em 3 de março de 1879 em Itoupavazinha; Carl Wilhelm August Fiedler, nascido em 14 de março de 1881 em Itoupavazinha;Friedrich Benhard Alwin Fiedler, nascido em 11 de julho de 1883 em Itoupavazinha; August Maxumiliano Fiedler, nascido em 10 de outubro de 1886 em Itoupavazinha; Erwin Fiedler, nascido em 23 de dezembro de 1890 em Itoupavazinha; Emília Fiedler, nascido em 19 de junho de 1892 em Itoupavazinha e Leopold Fiedler, nascido em 3 de janeiro de 1895 em Itoupavazinha.

Cemitério de Itoupavazinha – Blumenau.

Localização

O caminho onde foi construído o casarão, entroncamento dentro de uma alternativa física de ligação entre o vale da Itoupavas e do Testo, sem precisar ir até o “caminho fluvial”, Rio Itajaí Açu. Sua importância ainda aumentava, por estar na esquina deste caminho com a Jakob Ineichen, estrada da cachaça, localizada entre os dois Vales, no lado do vale das Itoupavas.

A edificação histórica está localizada em um dos primeiros e antigos caminhos coloniais de Blumenau, como se pode observar no mapa histórico apresentado. Era o caminho existente entre os dois vales: Itoupava e Testo, traçado paralelamente à estrada da margem esquerda do Rio Itajaí Açu.  As pessoas encurtavam o caminho e não precisavam ir até o vale principal do Itajaí Açu para acessarem as localidades. No início era somente uma picada. Depois tornou-se estrada onde foram construídos muitos alambiques – pequenas fábricas de cachaça ao longo desta estrada que ficou conhecido como “Estrada da Cachaça”, atual Rua Frederico Jensen. Recebeu este nome em 13 de outubro de 1975.

Localização do Casarão na época dos lotes coloniais – na Estrada da Cachaça, em alemão: Schnapsstrasse.

A Construção

Empiricamente há informações em fontes oficiais de que o  Casarão Fiedler foi construído em 1888. No entanto, sem comprovação documental. Temos ressalvas e dúvidas, pois casarões importantes na área urbana da cidade de Blumenau foram construídos bem depois desta data – com características arquitetônicas semelhantes.

Outra questão que depõe contra, é que o local do  Casarão Fiedler, o qual tinha aspectos estritamente rural até meados da década de 1970, adotava outra técnica construtiva para as edificações – a técnica construtiva enxaimel.

Com o surgimento de outras classes sociais na região, estes adotaram outra forma de construir alinhadada à nova arquitetura internacional. Estas mudanças aconteceram pela primeira vez, no Stadtplatz na centralidade – Rua das Palmeiras– Palmenalle e na Rua do Comércio – Wurststrasse – atual Rua XV de Novembro, no final do século XIX e início do século XX.

Na área rural, continuava a ser construído – adotando a técnica construtiva enxaimel. Isso, também na localidade de Itoupavazinha. Foi somente no final do século XIX e início do século XX, que alguns poucos comerciantes regionais, como Leopold Hoeschel em Warnow, Salinger, e outros,  construíram suas casas comerciais dentro do novo estilo internacional. Em todo o Vale do Itajaí,  estas casas apresentam uma certa semelhança e são pontos focais importantes dentro do seu entorno imediato e região.

Os novos e bem-sucedidos comerciantes da região do Vale do Itajaí do início do século XX, adotavam em suas novas construções, os novos estilos internacionais – art decó, neoclássico e o eclético.

Muitas vezes, quando não construíam o “novo estilo”, maquiavam, ou, rebocaram suas casas urbanas (em enxaimel aparente) e algumas no interior da colônia, criando a falsa afirmativa de que as edificações enxaimel (estrutura de madeira e tijolos maciços aparentes) eram tipicamente rurais e não urbanas e eram usadas exclusivamente por “colonos”.

As novas construções, que geralmente não eram aquelas construídas em 1888 em áreas rurais, como o  Casarão Fiedler, feitas pelos comerciantes, seguiam a nova tendência internacional vigente da arte e da arquitetura – na virada do século XIX para o século XX. Esta questão é muito intrigante.

Detalhes de “rendilhados” em madeira, ricamente trabalhado, estruturando o telhado da varanda, juntamente com as colunas redondas, munidas de fustes quadrados, lindamente decoradas – com nada semelhante construído em Blumenau.

O  Casarão Fiedler é dotado de uma linguagem eclética, com fortes traços neoclássicos, tal como muitas outras edificações, construídas com tipologia semelhante, reporta ao período da virada do século XIX para o XX, mais para o início do século XX, nunca antes, por estar localizado em uma área rural da Colônia Blumenau, onde neste tempo, não se construía desta maneira nem na sua centralidade – no Stadtplatz e na “Wurtstrasse”, atual rua XV de Novembro.

É uma análise nossa a partir de nossos conhecimentos. Mas, ao visitar o túmulo de seu construtor, averiguamos que este faleceu em 1898, ainda no século XIX e somente 10 anos após a construção do casarão. O que nos intriga mais ainda, pois o casarão tem melhor acabamento, refinamento e delicadeza na ornamentação do que aquela presente na casa comercial do Cônsul alemão em Blumenau – deputado estadual coronel Peter Christian Feddersen, por exemplo – entre outras construídas na área urbana. É um assunto que deveria ser melhor estudado.

Blumenau em 1915 a partir de uma fotografia publicada no Blog Brasiliana Fotográfica Digital.

Também, os registros oficiais afirmam que seu segundo proprietário foi Arnold Müller. Não encontramos comprovação. Em registros, também encontramos sem evidências materiais, de que esta edificação foi a primeira casa de carnes e a primeira loja de tecidos da região de Itoupavazinha o que faz sentido, uma vez que Fiedler foi registrado em anotações da igreja, como vendeiro na região.

Interessante é localização, boa localização para instalar a casa comercial, pois está situada no ponto que iniciava um caminho novo localizado entre duas fileiras de lotes, sentido norte sul – se observar o desenho de lotes coloniais, onde surgiu a Rua Jakob Ineichen (Antigas Tatutibas), nome de um professor local sepultado no cemitério de Itoupava Central e que durante uma pesquisa, fotogramas sua lápide em estado ruim de manutenção e colocada no meio de um arbusto de mato. Por isso, adotamos escrever seu nome desta maneira, diferentemente daquele que é geralmente usual.

O local do casarão seria um entreposto de caminhos – raros caminhos na época. E, portanto, local de movimentação de pessoas. Geralmente, as casas comerciais do início da colonização da Colônia Blumenau tinham como característica predominante, a opção por sua implantação no entroncamento de caminhos, tal como este.

Conhecemos o  Casarão Fiedler de Itoupavazinha em 1994, quando efetuamos uma pesquisa de faculdade do curso de Arquitetura e Urbanismo da FURB, na Rua Jakob Ineichen.

Registro feito em 1994, para a pesquisa desenvolvida enquanto acadêmica da FURB.

Em maio de 2015 o  Casarão Fiedler sofreu um incêndio com origem em um dos quartos. Durante esta pesquisa no local, ficamos sabendo que foi a neta do casal Cenilta e Pedro, que brincava com fogo e quase incendiou um colchão. A Família Vieira de Freitas já residia no local desde 2008, quando houve a tragédia natural em Blumenau.

Também fotografamos o  Casarão Fiedler em 2018, onde flagramos sua realidade mediante o tráfego de  grandes veículos, como por exemplo o de transporte público, demonstrando sua realidade e valorização, na sociedade atual.

Trânsito de veículos pesados passando muito próximo de suas paredes – ações determinadas pelo poder público. Isso acontece, atualmente, também no Centro Histórico de Blumenau – junto à Rua das Palmeiras. Já alertamos sobre essa questão. Nosso registro de 2014.

Arquitetura

A linguagem artística arquitetônica predominante do Casarão Fiedler reporta à arquitetura adotada pelos comerciantes e industriais que se destacaram dentro da comunidade colonial e entre os colonos da Colônia Blumenau do início do século XX, que é a arquitetura internacional eclética, com a predominância de traços do neoclassicismo.

A casa possui um decorativismo que não encontramos na casa do Primeiro Cônsul do Império Austro Húngaro, construído em Warnow, por exemplo – casa de Leopold Hoeschel, e também em outros exemplos, anteriormente citados. Há apliques delicados de rendilhados – conhecido como lambrequim, junto ao telhado, o que lhe confere um certo requinte e singularidade. 

As linhas são retas com destaque para a simetria clássica. Sua fachada frontal é marcada pela presença de uma monumental escada com dois acessos às duas portas centrais. Estas, ladeadas, aos dois lados, por um par de janelas, decoradas pelas características cimalhas do classicismo.

As portas, de madeira entalhada, possuem bandeiras – meio para o acesso da luz natural ao meio interno e também para compor proporções dos elementos formadores das fachadas.

O vão do grande patamar da escada, central, bem com as escadas, são cobertos pela extensão do telhado na parte frontal – sentido frente, sustentado por duas colunas com capitéis belamente adornados, não deixando nada a desejar a qualquer edifício de uma grande cidade construído neste mesmo período do início do século XX – com linhas do classicismo.

As demais fachadas, também são munidas de simetria. A cumeeira do telhado, característico duas águas com inclinação usual das construções pioneiras (45%) são alinhadas paralelamente à estrada, outras características da construção pioneira alemã, na região. Telhado coberto com telhas cerâmicas planas – ou conhecido rabo de castor. Há a presença da mansarda (link sobre – final desta postagem), que é o aproveitamento do sótão, igualmente características das edificações construídas pelos imigrantes alemães e de seus descendentes, como também há a presença do Keller – o porão. Supõe-se que eram espaços indispensáveis para guardar o estoque do estabelecimento comercial.

 Durante a pesquisa no local detectamos que a edificação é dotada de estrutura mista: autoportante e enxaimel rebocado.

Piso original em 2021.

Imagens de seus detalhes arquitetônicos retirados do Google Earth 2021 – para registro.

Fachada lateral esquerda com a presença da simetria clássica. Detalha para monumental escadaria com acesso às duas portas.
Decorativismo – cimalhas e adornos junto à empena. Aberturas do sótão – lateral esquerda. A presença de detalhes delicados junto ao conjunto das telhas, planas ou tipo rabo de castor.
Colunas que sustentam o telhado dotadas de capitéis decorados.
Detalhe do rendilhado do elemento que faz a transição entre o telhado e as colunas – lambrequim.
Há muito tempo este telhado se encontrava em estado ruim.

Imagens feitas em 25 de janeiro de 2021.

 

Vídeo em 25 de janeiro de 2021

Epílogo – em 27 de janeiro de 2021

Dona Cenilda em seu quarto –  Casarão Fiedler de Itoupavazinha.

Em 27 de janeiro, conversamos com Dona Cenilda, por telefone, para saber notícias e ela nos informou que a Prefeitura Municipal de Blumenau, através da Secretaria de Defesa Civil (Sedeci), esteve no local e determinou a desocupação do  casarão. Também foi determinado que o proprietário inicie imediatamente a reforma ou a demolição da edificação histórica.

De acordo com o Jornal Pomerano, em 2019, a Sedeci inspecionou edificação e apontou a necessidade de obras de manutenção, evidência existente há décadas, conforme esta postagem.

Também, a casa está em processo judicial por duas questões: por ser considerado patrimônio histórico arquitetônico cultural tombado e a outra, envolve a família Vieira de Freitas que ocupa o Casarão Fiedler, através de uma invasão, por não ter onde morar após acidentes naturais de 2008 e que está em processo de usucapião,portanto,  desde 2008. Situação que também aconteceu por descaso.

Dia 3 de Fevereiro de 2021

Uma das duas portas de acesso principal – Foto: Pancho.

A família Vieira de Freitas saiu do casarão e se mudou para uma casa de aluguel nas proximidades do Casarão Fiedler em 27 de janeiro com poucos pertences. O resto de sua mudança ficou em um anexo construído junto ao casarão para serem removidos para uma nova casa que a família está construindo na parte dos fundos do casarão – na parte mais elevada do terreno – aparentemente área de APP. Estão recebendo auxílio de algum órgão público para terminarem o quanto antes a construção nova. Os dois filhos do casal também auxiliam na obra. Nesse ínterim, o casarão foi interditado pela Defesa Civil.

Segundo a coluna do jornalista Francisco Fresard, a Justiça autorizou a reintegração de posse e o  Casarão Fiedler passará por reparos emergenciais para evitar que outras partes desmoronem. Para isso, foi isolado a área. Ainda de acordo com a coluna de Fresard, através desta reintegração de posse pelos proprietários e a saída da família do local (mesmo que a família esteja construindo sua casa nova nos fundos), os proprietários do casarão pretendem retomar o projeto de restauro do imóvel. De acordo com Fresard (2021) há uma expectativa para que a recuperação do casarão possa sair do papel nos próximos meses. Perguntamo-nos: “Será?”

Dia 20 de Fevereiro de 2022

Praticamente um ano depois, fomos alertados, que o casarão estava em estado muito ruim e em processo de demolição. Fomos ao local. Não comentaremos e deixaremos as imagens feitas no local.

“A minha falecida avó materna comentou que sua mãe, minha Bisa Oma Michel (nascida Kirsten que se casou com um irmão do Julius Michel, e que foi mãe também da Sra. Helga Cicatto, que doou o terreno para a construção do Terminal Urbano Fortaleza que leva seu nome), trabalhou em um açougue que produzia também defumados suínos ali no casarão. Daí aquela construção em tijolos que fica ao lado.” Maro Ivan Birkner

Vídeo

18 de maio de 2022

Recebemos este registro de Lorenzo Felipe em 18 de maio de 2022.

O Casarão está sendo recuperado. Dizem: “Será restaurado.” Muita coisa, a essência da arquitetura, se perdeu nos seus detalhes. Haviam muitos elementos de madeira cheio de entalhes, que registramos nos entulhos.

Por enquanto, temos uma boa notícia representada em uma placa nova, na fachada do casarão.

Um registro para a História.

Referências:

  • CAVALCANTI, Carlos. História das Artes: curso elementar. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
  • FRESARD, Francisco. Justiça pede restauro de casarão de 130 anos no bairro Itoupavazinha. Patrimônio histórico NSC Total. Blumenau, 2018. Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/colunistas/pancho/justica-pede-restauro-de-casarao-de-130-anos-no-bairro-itoupavazinha. Acesso em: 25/01/2021 – 1:40h.
  • FRESARD, Francisco. Justiça autoriza reintegração de posse e casarão da Itoupavazinha passará por reparos emergenciais. Pancho.com.br. Blumenau, 2021. Disponível em: https://pancho.com.br/justica-autoriza-reintegracao-de-posse-e-casarao-da-itoupavazinha-passara-por-reparos-emergenciais/. Acesso em: 03/02/2021 – 15:14h.
  • GERLACH, Gilberto S.; KADLETZ, Bruno K.; MARCHETTI, Marcondes. Colônia Blumenau no Sul do Brasil. 1. ed. São José: Clube de cinema Nossa Senhora do Desterro, 2019.
  • ________. Bairro Itoupavazinha. Secretaria de Planejamento Urbano. Prefeitura de Blumenau. Disponível em: https://www.blumenau.sc.gov.br/governo/secretaria-de-desenvolvimento-urbano/pagina/historia-sobre-municipio/divisa-administrativa-bairros/bairro-itoupavazinha-seplan. Acesso em: 25/01/2021, 9:39h.
  • KRUMMENAUER, Vera R. M. M. Rua Frederico Jensen, Nº 3587.Página 28. Livro Tombo. Município de Blumenau – Patrimônio Histórico, Arquitetônico, Paisagístico e Cultural. Volume I. Blumenau. 2008.
  • LAGO, Paulo Fernando. Santa Catarina: a terra, o homem e a economia. Florianópolis: UFSC, 1968.
  • Rádio Sentinela. Incêndio destrói casarão tombado no bairro Itoupavazinha em Blumenau. Disponível em: http://radiosentinela.com.br/?incendio-destroi-casarao-tombado-no-bairro-itoupavazinha-em-blumenau&ctd=15797. Acesso em 25/01/2021, 10:50h.
  • _________. Defesa Civil determina desocupação, reforma ou demolição de casarão em Blumenau. Jornal Pomerano. Pomerode – Publicado em 26/01/2021 08:51. Disponível em: https://www.jornaldepomerode.com.br/noticia.php?url=defesa-civil-determina-desocupacao-reforma-ou-demolicao-de-casarao-em-blumenau-73694&fbclid=IwAR1IntJuTj1qvjjBGw-X8bbwaghXeMjNOUd25aBaAQ1IReHYSAVz6rlCM-M. Acesso em: 27/01/2021, 11:30h.
  • VIDOR, Vilmar. Arquitetura, cultura, identidade local. Revista de Divulgação Cultural. v. 17, n. 58, maio 1995 / abr. 1996, p. 47-50.
  • VIDOR, Vilmar. Arquitetura urbana em Blumenau. Vitruvius – Arquitextos, agosto de 2003 – Ano 4, n. 39-04. Disponível em: <http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/ 04.039/660> Acesso em: 17 de dezembro de 2018 – 22:00h.
  • VIDOR, Vilmar. Indústria e urbanização no Nordeste de Santa Catarina. Blumenau: Edifurb, 1995. 248p, il.
  • WITTMANN, Angelina. C.R.: Fachwerk – A técnica Construtiva Enxaimel. – 1.ed. – Blumenau, SC : AmoLer, 2019. – 405 p. : il.

 

Sou Angelina Wittmann, Arquiteta e Mestre em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade.
Contatos:
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