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Deputado Gilson Marques defende compra de vacinas pelo setor privado

Durante todo o ano de 2020 o deputado federal Gilson Marques (Novo) passou o mandato lutando contra votação de leis que, segundo ele, não servem para nada. Para ele, o congresso Nacional é a maior de fábrica de leis inúteis do planeta.

“A pergunta que todo parlamentar deveria fazer quando toma qualquer atitude é “quanto custa e quem vai pagar?”, disse o deputado federal.

Em uma das votações, o deputado Gilson questionou um colega de bancada sobre um Projeto de Lei que a maioria das empresas não iria conseguir cumprir as exigências, pois aumentaria o custo de produção de toda a cadeia produtiva, chegando num resultado drástico.

Marques diz que o Congresso tem a mania de criar restrições e criar barreiras que não trazem eficiência e resultado algum, encarecendo os serviços para todo o sistema, para todos os consumidores, para o Brasil inteiro por conta de uma exceção.

“Temos que ter a ajudinha do estado para tornar o serviço mais caro e menos acessível, todo mundo pagando o serviço para poucos ou quase ninguém utilizar. Para a iniciativa provada é tudo proibido, obrigatório ou regulamentado e quem decidi isso é o Estado. Aliás, você quer uma coisa muito cara, é só esperar o Estado dizer que é de graça. É espetacular essa idéia que alguns políticos têm de achar que dinheiro dá em árvore”.

Segundo Marques, um dos seus principais trabalhos na Câmara dos Deputados é o de barrar uma insanidade de leis que custam tempo, dinheiro dos impostos e que trazem efeitos nocivos para a população.

Vacina para Covid-19

Gilson Marques defende que não só os governos possam adquirir a vacina contra a Covid-19. O deputado vai protocolar um Projeto de Lei no Congresso que permita que empresas privadas possam também comprar a vacina para imunizar seus funcionários, deixando de depender dos governos federal e estadual para que seus colaboradores sejam vacinados o mais rápido possível.

Na proposta, o deputado diz que as empresas privadas não iriam adquirir a vacina nos mesmos laboratórios que os governos estão comprando, como no Butantã, em São Paulo, e na Fundação Oswaldo Crus, no Rio de Janeiro. Como o pré-requisito da lei, elas teriam que adquirir as duas doses de laboratórios diferentes que já tenham a aprovação da Anvisa. Marques diz que essas vacinas não podem concorrer com o sistema público, mas sim somar ao estoque nacional.

“Não faz sentido proibir quem deseja salvar vidas com os próprios recursos”, enfatiza o deputado federal.

Segundo ele, o setor público não possui contrato com todas as fabricantes de vacina e permitir o setor privado de trazer outras vacinas com autorização de uso no Brasil, irá fazer com que se imunize a população com mais rapidez, protegendo mais os grupos de risco.


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