Mesmo após aumento do gás, restaurantes e hotéis de Blumenau devem segurar os preços

De acordo com sindicato, aumento ainda é fraco e pode afetar ainda mais o movimento

Mesmo após aumento do gás, restaurantes e hotéis de Blumenau devem segurar os preços

De acordo com sindicato, aumento ainda é fraco e pode afetar ainda mais o movimento

Gustavo Bruch

A Petrobras anunciou o décimo reajuste no preço do botijão de gás em menos de seis meses. Com esse aumento, o valor do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, 13 quilos, que custava em média R$ 34 chegará a R$ 36 nas distribuidoras.

O novo valor afeta hotéis, restaurantes e lanchonetes que utilizam o GLP em grandes quantidades, sendo possível um aumento no valor dos serviços, repassando o custo aos consumidores.

Apesar da possibilidade, o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Blumenau (Sihorbs) esclareceu que tal medida não deve ser tomada por enquanto. Tatiana Honczaryk, presidente do sindicato, comentou que o aumento pode reduzir ainda mais o movimento.

“Todos estão apreensivos com relação ao baixo movimento, há pouca demanda, não é uma boa hora para fazer aumentos”, reforça Tatiana.

De acordo com Tatiana, uma pesquisa rápida foi feita com os hotéis e restaurantes de Blumenau e, na maioria dos questionados, os pedidos de GLP estão reduzidos pela falta de demanda, fator que pode equilibrar a balança de volta, evitando um possível aumento.


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