Processos terão de passar por audiência de conciliação antes da Justiça

A partir da próxima semana, Centro Judiciário de Resolução de Conflitos e Cidadania de Blumenau (Cejusc) atenderá também processos da área cível

Processos terão de passar por audiência de conciliação antes da Justiça

A partir da próxima semana, Centro Judiciário de Resolução de Conflitos e Cidadania de Blumenau (Cejusc) atenderá também processos da área cível

Bianca Bertoli

O serviço oferecido pelo Centro Judiciário de Resolução de Conflitos e Cidadania de Blumenau (Cejusc) será ampliado a partir da próxima segunda-feira, 17. Atualmente, o Cejusc, que fica no Fórum Universitário, no Centro da cidade, oferece durante às tardes mediações e conciliações para tentar evitar o surgimento de um processo judicial. Agora, os atendimentos vão além do chamado extraprocessual.

“A diferença principal é que os processos em tramitação em todas as cinco varas cíveis vão começar com uma audiência no Cejusc. Então agora, serão três ou quatro salas onde vão acontecer as audiências de conciliação dos processos judiciais”, explica a juíza Quitéria Péres, coordenadora adjunta do Cejusc.

Com a nova atuação, o Centro terá também mais profissionais. Hoje, os métodos de conciliação são realizados por estudantes do curso de Direito da Fundação Universidade Regional de Blumenau (Furb). A partir da próxima segunda-feira, serão nove conciliadores voluntários, que serão acompanhados por nove acadêmicos, além de um técnico, dois estagiários, dois juízes e um mediador supervisor.

“Quando o processo judicial começar, ele será encaminhado para o Cejusc. A audiência é marcada e nós tentamos resolver. Se não der certo, volta para o Fórum e lá vai tramitar para ter uma sentença no final”, detalha Péres.

Por enquanto, apenas causas da área cível serão atendidas no espaço, como problemas contratuais, dívidas e desentendimentos por acidentes de trânsito, por exemplo. Porém, segundo Péres, o objetivo é ampliar o atendimento com o passar do tempo. Projetos de conscientização e prevenção, com temas como endividamento familiar e violência doméstica também estão na lista de ideias a saírem do papel “em um futuro próximo”, planeja a juíza.

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